Mais uma da Sonora Produções
A produtora Sonora Produções, que já trouxe diversos shows legais para a cidade, como: Dead Fish (ES), Aditive (SP), Rock Rocket (SP), entre outras… Trás mais uma atração para os rockeiros recifenses. No próximo dia 2, a banda paulista Forgotten Boys chega por aqui. O evento será no Armazém 14 (Recife Antigo), e terá início previsto às 15hrs. Bandas undergrounds da cena recifense abrirão o show. Entre elas, Tabacos de Guevara, The Livery’s e Novanguarda. Terá também uma programação diferente, que será duas bandas tocando juntas, dessa vez com as bandas Martinez e Bruno Negaum & Os Incomuns. Uma das atrações mais esperadas da noite, depois da FB, é o show da banda Bon Vivant. A banda estará lançando os seus novos singles.
Os ingressos estão sendo vendidos na Disco de Ouro, no centro da cidade e no Espinheiro, e nas lojas Bob Nick, nos Shoppings Tacaruna e Recife, ao valor de R$12,00.
Para maiores informações: 81- 86310738 (João)
Festival No ar: Coquetel Molotov
Um dos maiores festivais undergrounds da cidade do Recife, chega à sua quinta edição. Por seus palcos já passaram diversas bandas de nome, nacionais e internacionais, como: Mombojó (PE), The Kills (EUA), Cocorosie (EUA), Supercordas (RJ), Nouvelle Vogue (França), Volver (PE), entre outras. E nessa edição não será diferente. Quem for na Sala Cine e no Teatro da UFPE durante os 2 dias de festival, poderá assistir a shows incríveis, como o da banda Vanguart (MG), Bandini (RN), Julia Says (PE), Marcelo Camelo (RJ), Club 8 (Suécia), Mallu Magalhães (SP), Peter Bjorn & John (Suécia), e muitos outros. Mas o Coquetel Molotov não é feito só de shows… Em parceria com o Cinema da Fundação Joaquim Nabuco, o festival No Ar Coquetel Molotov apresenta uma mostra de documentários, longas e curtas de temática musical em sua programação. De 15 a 18 de setembro, a partir das 18h, o Cinema da Fundação exibe a mostra PLAY THE MOVIE com produções nacionais e internacionais de temática musical. Além da exibição de filmes, eventos especiais estão programados para o PLAY THE MOVIE, incluindo a apresentação de peças contemporâneas de vídeo-dança do Swedish Institute, pocket-show interativo do grupo Monodecks em cima de fragmentos do filme “Pi”, de Daren Aronovsky e o Cine-Concerto do músico francês Olivier Mellano com o filme “Aurora” (1926), de F.W. Murnau.
PROGRAMAÇÃO PLAY THE MOVIE
SEGUNDA (15/09) – 18h – Sessão dupla
SALA JOÃO CARDOSO AYRES – Entrada Gratuita
A Maldita (Brasil, 2007) – DVD – 20 min
Dir: Tetê Mattos
Em março de 1982 entra no ar, em Niterói, a rádio fluminense FM, conhecida como Maldita, que com irreverência, ousadia e criatividade na programação, rompe com os padronizados mercados de música estrangeira e dá início a chamada geração Rock 80.
Rock`n Tokyo (França / Japão, 2006) – DVD – 90 min
Dir: Pamela Valente
Tóquio propõe muitos níveis diferentes de realidade. Você pode encontrar lá qualquer coisa. E o retrato desta cidade surpreendente através do rock. O mundo underground japonês é representado neste documentário através de quatro bandas: Guitar Wolf, três belos garotos e um rock de garagem intenso; The 5678’s, as rainhas do rockabilly com sua elegância inspirada nos anos 50, roubando a cena em aparição no filme “Kill Bill”; Jet Boys liderados por um radical, louco e exibicionista; e Nine, jovens garotos que acreditam no sucesso através da música.
SEGUNDA (15/09) – 20h30 – Sessão Especial
CINEMA DA FUNDAÇÃO – Entrada: R$ 2,00
Metal: A Headbanger’s Journey (Canadá, 2005) – Exibição em digital – 96 min
Dir: Sam Dunn, Scot McFayden e Jessica Wise
Ao longo de uma hora e meia, o filme tenta traçar a história, o impacto na música e a cultura particular do heavy metal, explicando o porquê dos sons pesados serem amados de forma quase religiosa por tanta gente ao redor do mundo. Os diretores abordam o tema com clareza, integridade e bom humor, sem medo de parecer ridículo aos olhos dos não-fãs. Grandes nomes do gênero dão depoimentos no filme como Tony Iommi (Black Sabbath), Bruce Dickinson (Iron Maiden), Alice Cooper, Tom Morello (Rage Against the Machine), John Kay (Steppenwolf), Rob Zombie, Lemmy Killminister (Mötorhead), Dee Snider (Twisted Sister) e vários outros.
TERÇA (16/09) – 18h – Sessão dupla
SALA JOÃO CARDOSO AYRES – Entrada Gratuita
Francis em Formol (Brasil, 2007) – DVD – 20 min
Dir: Sérgio Dantas
O documentário retrata a história das anárquicas bandas Paulo Francis Vai Pro Céu e Conservados em Formol em paralelo ao início de uma era pré-manguebeat no Recife. Entrevistas com gente que fez e que ainda faz parte do cenário musical pernambucano relembrando uma era realmente underground, quando o Recife mal tinha locais para shows e o metal e o punk dominavam os palcos.
Dont Look Back (EUA, 1967) – DVD – 96 min
Dir: D.A. Pennebaker
Durante sua última turnê acústica, em 1965, na Inglaterra, Dylan deixa-se filmar em um dos documentários mais aclamados do chamado “cinéma vérité”. O lendário diretor D.A. Pennebaker conseguiu um retrato fiel e sem precedentes de uma das figuras mais influentes da música, considerado ídolo do folk e de uma geração inteira de fãs histéricos.
TERÇA (16/09) – 20h30 – Sessão Especial
CINEMA DA FUNDAÇÃO – Entrada gratuita
Dance Screen Sweden – The New Mix (Suécia, 2007) – DVD – 70 min
Na Suécia, o número de espetáculos e produções ligadas à vídeo-dança cresceu consideravelmente nos últimos 15 anos. O programa Dance Screen Sweden – The New Mix apresenta uma série de peças curtas e espetáculos realizados exclusivamente em formato de vídeo, mostrando o atual estado criativo dos realizadores suecos na convergência entre arte, dança, tecnologia e cinema. Eles misturam a dança com a intimidade do filme, experimentando com o movimento dinâmico do plástico e montagem, explorando tanto ritmo como visualidade. Os filmes que serão exibidos são: The Hidden, Rewind, Weightless, 2Soon, Paradise?, Observation, Tila e The Rain.
QUARTA (17/09) – 18h – Sessão dupla
SALA JOÃO CARDOSO AYRES – Entrada Gratuita
Quebrando Tudo (Brasil, 2003) – DVD – 52 min
Dir: Rodrigo Hinrichsen
O lendário músico Hermeto Pascoal é a figura central neste documentário. Com depoimentos de outros músicos e amigos, “Quebrando Tudo” mostra o dia a dia de Hermeto, sua vida no Rio de Janeiro, o processo de criação, os principais projetos, os shows, as novas músicas e seus pensamentos. Tudo isso envolvido pela música de seus arranjos originais, atonismo musical surpreendente e por suas composições em quantidade impressionante para todos os gêneros musicais.
Good Copy Bad Copy (Dinamarca, 2007) – DVD – 60 min
Dir: Andreas Johnsen, Ralf Christensen e Henrik Moltke
O documentário coloca em questão o dilema das leis de direitos autorais na música. O filme viaja por todo o planeta mostrando as mudanças nas atitudes em relação à música e à cultura. Com entrevistas que vão desde o DJ Girl Talk, até o Dj Dinho, de uma das Aparelhagens do Pará, passando pelo presidente da International Federation of the Phonographic Industry, John Kennedy, os diretores conseguiram captar a tensão existente no debate atual entre detentores de conteúdo da indústria tradicional e artistas da nova indústria.
QUARTA (17/09) – 20h30 – Pocket-show
CINEMA DA FUNDAÇÃO – Entrada gratuita
Monodecks x “Pi”
Utilizando imagens do filme “Pi”, de Darren Aronovsky, o grupo Monodecks executa ao vivo suas músicas instrumentais climáticas. Influências de psicodelia, free jazz, noise, dub, música concreta e demais vertentes vanguardistas contemporâneas, filtradas através do primitivismo do rock, podem ser encontradas nas composições da banda, em menor ou maior escala.
QUINTA (18/09) – 18h – Sessão dupla
SALA JOÃO CARDOSO AYRES – Entrada Gratuita
Três ou Quatro Riffs (Brasil, 2007) – DVD – 50 min
Dir: Itaici Perez, Luiza Paiva, Jairo Falvo e Roger Mendes
Três ou quatro Riffs é um documentário que faz um panorama do atual cenário musical independente, revelando um mundo musical que está sendo descoberto. Com depoimentos de profissionais especializados, produtores, proprietários de casas de shows, público e bandas, o vídeo expõe um pouco da luta, das dificuldades, frustrações, conquistas e benefícios de ser um músico independente no Brasil. O documentário, realizado basicamente em São Paulo e Araraquara, traz entrevistas com as bandas Autoramas, Vanguart, Matanza, Forgotten Boys, Dance of Days e outras bastante atuantes no país.
Interstella 5555 (França / Japão, 2003) – DVD – 67 min
Dir: Kazuhisa Takenôchi / Toei Animation Co.
Com base nas músicas da dupla francesa de música eletrônica Daft Punk, a animação conta a história de quatro músicos de outra galáxia, que são raptados por um agente inescrupuloso. O vilão traz o grupo à Terra e, para isso, os conduz por uma longa viagem cósmica. Os trechos iniciais do filme são mostrados nos videoclipes das músicas “One More Time”, “Aerodynamic”, “Digital Love” e “Harder, Better, Faster, Stronger”, do disco “Discovery”.
QUINTA (18/09) – 20h30 – Pocket-show
CINEMA DA FUNDAÇÃO – Entrada: R$ 2,00
Cine-Concerto: Olivier Mellano x “Aurora”
O músico Olivier Mellano chega ao Brasil com apoio do Consulado Geral da França para realizar um cine-concerto, fazendo a trilha do filme “Aurora” (1926) de Friedrich Wilhelm Murnau. Olivier Mellano é um autor-compositor-arranjador altamente original. Sua propensão para novas sonoridades e para a experimentação o conduziu a trabalhar como violinista ao lado de artistas e grupos como Yann Tiersen, Complot Bronswick, Venus de Rides, Bruno Green e Dominic Sonic. Variando de palcos desde Lês Transmusicales em Rennes a Lês Nuits Botaniques em Brussels, ele apresentou a sua mistura eclética de música clássica, experimental e rock, com vídeo e até dançarinos contemporâneos. Esse experimento no palco tem tornado uma das suas grandes apresentações.
Cinema da Fundação
Rua Henrique Dias, 609, Derby
Fones: 3073.6688, 3073.6689, 3073.6712 e 3073.6651
www.fundaj.gov.br
Terão ainda palestras e workshops que tratarão de temas como: arte e tecnologia ligadas à música.
PROGRAMAÇÃO: PLATAFORMA INTEGRADA DE ARTE, MÚSICA E TECNOLOGIA
19 DE SETEMBRO
14h – PALESTRA: REFLEXÕES – ABERTURA DA EXPOSIÇÃO NO NO AR 2008
PALESTRANTE: KILIAN GLASNER
O artista plástico pernambucano Kilian Glasner divide com o público seu processo de criação, suas inspirações e o que o levou a criar e montar as obras que estarão em exposição durante o festival No Ar Coquetel Molotov 2008. Sua exposição trabalha com o medo dos indivíduos em ambiente urbano, com imagens em materiais encontrados em ruas, estradas e pedaços de objetos diversos.
15h30 – PALESTRA: CRIANDO MÚSICA ATRAVÉS DE CIRCUIT BENDING
PALESTRANTE: CRISTIANO ROSA
O que é Circuit Bending? É a arte de modificar pequenos aparelhos eletrônicos, normalmente os usados em brinquedos, para criar novos sons e instrumentos musicais. Além de exibir a música experimental, os objetos modificados são verdadeiras obras de arte moderna; colagens com pedaços de aparelhos variados, como sintetizadores, controles remotos, CD players, alto-falantes, telefones, bonecas, e todo tipo de brinquedos.
20 DE SETEMBRO
14h – PALESTRA: ARTE DA TECNOLOGIA: HUMANIZAÇÃO DA TECNOLOGIA E DESUMANIZAÇÃO DA ARTE
PALESTRANTE: CLYLTON GALAMBA
A tecnologia está se tornando nossa segunda natureza, e como toda “natureza” que se preza nos subjuga. Estamos naturalizando o artificial e artificializando o natural, e como tudo o mais, a arte está sob o impacto da tecnologia. A tecnologia sempre encantou os artistas pelas possibilidades que oferece na flexibilização do discurso artístico, havendo uma preocupação pela humanização da tecnologia, o que parece legítimo. Mas não seria a tecnologia tão humana quanto a arte? O que está de fato em jogo, quando há ao mesmo a arte retratando explicitamente a tecnologia?
15h30 – PALESTRA: TECNOLOGIAS PARA MÚSICA VISUAL
PALESTRANTE: JARBAS JÁCOME
Desde milênios atrás, a humanidade pesquisa e desenvolve técnicas para espetáculos audiovisuais que permitem a apresentação de obras visuais intencionalmente sincronizadas ou não com o som no momento de execução. Neste workshop, Jarbas Jácome, apresenta algumas dessas tecnologias, desde os mais primitivos como fogos de artifício, passando pelas lanternas mágicas e os “color organs” (órgaos de cores), até os programas de computador para tempo real utilizados nos dias de hoje como Pure Data/GEM.
E mais, no Hall do Centro de Convenções da UFPE, haverá um espaço para estilistas e expositores de moda, artistas plásticos, produtores culturais, zines e selos musicais, mostrarem seus trabalhos. É a chamada “FEIRA MUSICAL“. As atividades da Feira Cultural começam a partir das 15h e nela diversos expositores têm a oportunidade de mostrar, durante o festival, seus produtos que variam de vestidos e camisas personalizadas a zines e discos importados.
Neste ano, a Feira Cultural também conta com um stand especial. O stand Recife Independente vem com a proposta de divulgar as novas bandas do cenário pernambucano. O espaço ficará instalado no Hall durante o evento e será o ponto de vendas de produtos das bandas do Recife.
SHOWS
SEXTA – 19/09
Sala Cine UFPE – A partir das 17h
Burro Morto (PB)
A Banda de Joseph Tourton (PE)
Bandini (RN)
Guizado (SP)
SEXTA – 19/09
Teatro da UFPE – A partir das 21h
Júlia Says (PE)
Vanguart (MT)
Shout Out Louds (Suécia)
Marcelo Camelo (RJ)
SÁBADO – 20/09
Sala Cine UFPE – A partir das 17h
Pocilga Deluxe (PE)
Zeca Viana & Onomatopéia Bum! (PE)
Akin (SP)
Club 8 (Suécia)
SÁBADO – 20/09
Teatro da UFPE – A partir das 21h
Catarina (PE)
Final Fantasy (Canadá)
Mallu Magalhães (SP)
Peter Bjorn and John (Suécia)
INGRESSOS
A venda de ingressos para o Festival No Ar Coquetel Molotov 2008 começa no dia 20 de agosto, nas lojas Imaginarium (Plaza Shopping Casa Forte e Shopping Center Recife). Pessoas do interior de Pernambuco e de outros estados podem reservar seus ingressos por email (coquetelmolotov@coquetelmolotov.com.br) e aguardar as instruções. Os shows iniciam pontualmente no horário marcado.
Os ingressos antecipados para a quarta edição do festival custam R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia) para cada noite de shows no Teatro da UFPE, sendo que os showcases na Sala Cine UFPE, a Feira Cultural e os debates da Plataforma Integrada de Encontros Musicais são de acesso gratuito. Além do desconto de meia entrada para estudantes com a respectiva carteira de 2008 e pessoas acima de 65 anos, também possuem direito à meia entrada os Clientes TIM que apresentarem a última conta ou comprovante de recarga e seu TIM e assinantes do Diario de Pernambuco que apresentarem o cartão Clube Diario.
// ingresso cidadão
Nos dias dos shows, quem levar doações de leite, fraldas geriátricas e alimentos não perecíveis ganhará desconto de R$ 5 no valor do ingresso de inteira. As doações serão recolhidas pelo IASC – Instituto de Assistência Social e Cidadania, que terá um estande no Hall do Teatro da UFPE. O órgão assistencial da Prefeitura do Recife desenvolve ações e trabalha com pessoas em situação de risco e vulnerabilidade social em diversas unidades distribuídas pelo Recife.
// orientações
Não é permitido comer, beber ou fumar dentro do Teatro. No entanto, no Hall do Teatro da UFPE haverá espaço para comercialização de comes e bebes, onde o público poderá circular à vontade, desde que esteja com sua pulseira de identificação do show, que é adquirida no momento da entrega do ingresso no Teatro da UFPE.
É permitida a entrada de máquinas fotográficas, celulares e filmadoras.
Os seguranças contratados do Teatro poderão revistar bolsas e mochilas com o intuito de controlar a entrada de bebidas e objetos que ponham em risco a tranquilidade do evento.
// localização
O TEATRO DA UFPE está localizado dentro do campus universitário no bairro da Cidade Universitária, na zona Oeste do Recife.
Av. dos Reitores – Campus da UFPE
Cidade Universitária – Recife / PE
Fone: (81) 2126.8077 / 3271.1068
Maiores informações: maynerool_hxcx@hotmail.com ou pelo telefone: 81 – 87577282 (Crystal)
A La Cultura volta com tudo!
Alô galerinha! Depois de um bom tempo parado, o blog A La Cultura está voltando com todo o vapor! Continuamos com o mesmo objetivo: mostrar para seus visitantes o que vem acontecendo no meio musical brasileiro, os últimos lançamentos do cinema e do teatro, entrevistas com seus artistas preferidos, agenda da semana, links de bandas novas… e muito mais! Entre, leia, comente e fique por dentro! No próximo post, notícias sobre o Festival: No Ar Coquetel Molotov 2008.
para maiores informações: maynerool_hxcx@hotmail.com —> Crystal Carvalho (Fone: 81-87577282)
6ª Convenção de Tatuagem de Recife
Em sua sexta edição, a Convenção de Tatuagem do Recife que será realizada nos dias 16, 17 e 18 de maio no Armazém 14, está ultrapassando fronteiras, ampliando parcerias e fortalecendo a cultura da arte corporal, não só em Pernambuco como em todo o Nordeste do Brasil, ela chega com o objetivo de ser o meio de comunicação para os admiradores, para os próprios profissionais. A entrada esta R$ 10,00 reais sem o quilo de alimento e R$ 8,00 pra quem levar um quilo de alimento não perecível.
E esta sexta edição uma ONG esta sendo beneficiada que é a Fundação Relicário das Comunidades de Pernambuco foi criada em 13 de Julho de 2000 em Jaboatão dos Guararapes como uma Organização Não Governamental e Sem Fins Lucrativos (ONG), com o objetivo de oferecer formação escolar, capacitação e qualificação profissional para populações de baixa renda. A missão é “Contribuir significativamente para a melhoria da qualidade de vida das famílias menos favorecidas de Jaboatão, facilitando o desenvolvimento socioeconômico sustentável, através da prestação de serviços escolares, qualificação e profissionalização”.
Fundação Relicário das Comunidades de Pernambuco
Avenida Ulisses Montarroyos, 3.800, Anexo C
CNPJ: 04.870.352/0001-59
CEP: 54.460-280
E-mail: fundacaorelicariodepernambuco@gmail.com
Fone: 3361-3267/8618-6516
Atrações músicais do evento:
Sexta:
Zé Pilintra
Procurados
Jhastafare
Sabado:
Canto Reggae
Kumina Roots
Marcelo Sntana
DJ Luxi Pérez
Domingo:
Narguilê
KZF
DJ Marrom (RN)
Parafusa
Parafusa é uma banda de samba rock alternativo com um estilo bem dançante, que vem ganhando cada vez mais Pernambuco e o Brasil com um som bem alegre e maduro.
Confira a entrevista que eles concederam ao A La Cultura.
A La Cultura – Como vocês se conheceram e formaram a banda? Parafusa – Já trabalhavamos juntos em outra banda que tocava nas noites de Recife. Estavamos juntos desde 97. A banda acabou e resolvemos fazer um projeto com músicas próprias. Daí nasceu a banda. . A La Cultura – De onde vocês tiraram a idéia do nome?
Parafusa – O nome veio da urgência que tinhamos pra mandar um material para um festival. A principio era provisório, mas terminamos nos acostumando e gostando do nome. . A La Cultura – Quais sons vocês tem como referência? Parafusa – Crescemos escutando muita coisa. Fazer uma lista é difícil. Mas posso dizer que a música popular brasileira em geral ( Chico, Caetano, Tom Zé, Mutantes), Beatles, rock progressivo, samba de verdade ( Cartola, Nelson Cavaquinho, Nelson Sargento, Beth Carvalho e outros grandes nomes). Tudo isso está no nosso baú.
A La Cultura – Como a internet ajudou no processo de divulgação da banda?
Parafusa – Internet hoje é importante para qualquer banda grande, imagina pra uma banda pequena. Colocamos todas as músicas e um pouco da história da banda no nosso site. Assim qualquer pessoa, em qualquer lugar tem acesso ao que a gente gravou e ao que a gente vem fazendo. Ta certo que hoje estamos um pouco desleixados com o site, mas prometemos uma grande atualização com muito material novo.
A La Cultura – Vocês já fizeram shows em outros estados? . Parafusa – Fizemos alguns shows em outros estados e foram excelentes. Temos muita vontade de fazer uma turnê no sudeste, mas pra isso precisamos de patrocínio e também parar um pouco nossas vidas aqui em Recife. . A La Cultura – O que vocês acham da cena musical brasileira? Acham que a mídia, os produtores e o público precisam abrir mais espaço para as bandas novas mostrarem seus trabalhos? . Parafusa – Acho que o mercado está muito democrático. Claro que não tem incentivo de empresas privadas e da mídia de massa como rádios e televisão aberta. Mas o mercado independente dá o seu jeito através de festivais, da internet e de alguns portais de comunicação. Várias cidades produzem festivais independentes levando bandas de todo país para um público novo. Isso precisa ser valorizado, mais divulgado e atingir um público maior. Toda banda independente quer aumentar seu público, chegar em um grande canal de TV fazendo a música que acredita. Isso não significa que ela precise só esperar por isso. Tem outros meios de fazer sua banda chegar no Brasil todo, mas pra isso precisa de ralação. Vida de artista independente não é novela não. Todos precisam participar de todos os processos de produção. Produzir, gravar, divulgar, fazer shows, viajar, tudo isso juntos. . . http://www.parafusa.com.brRhudia
Rhudia nos apresenta um Rock’n’roll com uma pegada de Reggae roots bem maduro. Diferente de todas as bandas que estamos acostumados a ver. Com o apoio da Escambo Produções nos trará um novo Cd bem mais Rock. Com a nova musica Urubu Rei.
Maiores informações :
Escute
http://www.tramavirtual.com.br/rhudia
É Dead Fish!
Com certeza a volta da banda Dead fish ao Recife nos trouxe muitas alegrias. Faz aproximadamente 2 anos que a banda não nos dava o ar de sua graça, mas valeu a pena esperar. Com um show repleto de surpresas, com músicas novas e sucessos marcantes. Dead fish brilhou no palco recifense como uma estrela, graças à união das produtoras VirtueMúsica e Sonora Produções. O evento também trouxe uma outra banda de fora, que foi a Maguerbes, de São Paulo. Mas estrelas pernambucanas também iluminaram a noite, como Bon Vivant, que fez um couver da banda Strokes simplesmente perfeito, e a Pump que mostrou que rock também é coisa de menina. Em cada banda havia um diferencial. A banda Hady com seu Hardcore Alternativo, a Dillema com seu Hardcore Melódico. Quem não foi, perdeu.
Mas está ai a entrevista que o vocalista Rodrigo e o baterista Nô concederam ao A La Cultura.
A La cultura - A banda tem quanto tempo de carreira? E por que o nome Dead fish?
Nô – Temos 17 anos de estrada. Sim, é verdade. A gente se chamava Stage Dive em 93 e tinha umas 5 bandas com esse nome, ou parecido e a gente resolveu mudar. E cada um deu um nome e eu lembro o nome que dei foi “Bastards Aleluia”, que eram uns meninos de dreads lá de BH que queriam colocar esse nome na banda e aí foi no papelzinho. E acabou saindo o nome que o Marcel, antigo guitarrista sugeriu: Dead Fresh Fish. Mas a gente achou grande e ficou Dead Fish mesmo.
A La cultura - Vocês têm algum projeto paralelo?
Nô - Nós não optamos por ter projetos paralelos, pois Dead fish já toma muito do nosso tempo. A gente tinha o Projeto Peixe Morto, que eram algumas músicas que não colocávamos nos CD’s do Dead e que disponibilizavamos na internet, fora isso não temos nenhum outro projeto.
A La Cultura - Quais são as suas influências?
Rodrigo – Acho que são quase as mesmas de 17 anos atrás com um pouquinho mais de Tim Maia, Roberto Carlos, que fui recuperando o gosto depois de velho. Mas definitivamente é skate punk, punk rock, hardcore californiano dos anos 80, 90.
A La Cultura – O que vocês acham sobre rótulos?
Rodrigo - Eu acho que é uma moeda de dois lados. É fácil você rotular uma pessoa. As pessoas compram rótulos baratos. O João Gordo jogou isso no ar e a galera acatou, mas eu acho que esses velhos têm medo dessa galera tomar seus lugares, roubar seus empregos em São Paulo, pois a garotada toca bem. Eu não vou ficar falando mal do emo, mas eu, particularmente, não gosto.
A La Cultura – Como vocês acham que os jovens de hoje estão tratando a política brasileira?
Nô – A política tá de mal a pior. A meninada que não quer se envolver com a política, que não quer se engajar, devia trabalhar na conservação do planeta e retardar os danos que estamos causando a ele. Acho que para o jovem, é melhor pedir para ele cuidar da praia, conserva seu meio ambiente, do que ficar olhando se o político está trabalhando ou não.
A La Cultura – Vocês ainda têm algum objetivo a alcançar?
Nô – Quando a gente montou a banda, queriamos mudar o mundo, mas agora a gente viu que não dá. Depois que você cresce, não tem mais os seus 17, 18 anos você vê que isso não vai rolar. Quando a gente chega a esse estágio da vida, começamos a querer mudar o individuo, fazer uma mudança pessoal na cabeça de cada um, e não a mudança geral. O povo está cheio de revolução em massa.
A La Cultura - Qual é a visão de vocês sobre religião?
Nô - Cada um na banda tem sua visão particular sobre isso, mas eu não gosto de entidades que representam Deus. Um exemplo é Igreja Bola de Neve. Eu acho que tudo isso só serve para encher de dinheiro o bolso do pastor.
Rodrigo - Eu sou ateu, meu pai é ateu. Meu avô também devia ser ateu, pois ele lutou na guerra, e geralmente quem vai pra guerra não acredita em um Deus. Eu só fiz crisma porque minha avó era muito católica.
A La Cultura – Por que o Hóspede saiu da banda?
Rodrigo - A Nossa formação de quatro integrantes está muito massa, e eu acho que a gente já não se dava tão bem para eu estar falando mal dele. Mas eu não gosto de jovens que tem a juventude à flor da pele. Já estou velho, 35 anos.
A La Cultura – O que você acha sobre a cena musical brasileira?
Rodrigo - Ótima! Eu acho que o Brasil tem que ter de tudo, e é necessário isso. A gente, por muito tempo ficou a mercê de uma mídia em massa que imbeciliza. Acho que até a população mais pobre tem acesso a informação. Se eles escolheram músicas sem conteúdo para ser o hit da vida deles, o problema não é meu.
Com certeza a banda estava em sua melhor sintonia. A cada pergunta que fazíamos, um dos meninos passava e falava com um tom de voz bem irônico. “É tudo mentira!”
E logo nós, que estávamos nervosos, por se tratar de uma banda gostávamos e admirávamos por muito tempo, caiamos no riso.
Sem sombra de dúvidas ficará na memória.
Agradecimentos:
João – Bon Vivant
Dead fish
Hady
Pump
SATED PE
Agenda Cultural
Comunicado:
Queríamos pedir desculpas a todas as pessoas que acreditam no nosso trabalho. Por causa de problemas internos demoramos muito a postar essa entrevista. Já com tudo resolvido, nossa obra está ai.
Mil desculpas e obrigado a todos!
Seja bem vindo Tiago Silva!!
CINE – PE – Festival de Audiovisual
Abril está chegando com tudo. De 28 de Abril a 04 de maio, ocorrerá o CINE- PE Festival De Audiovisual. O Festival nos reserva várias surpresas. Pernambuco será bem representado com o curta “Decimo segundo” com direção de Leonardo Lacca, tem também o documentário “Ocidente” do Diretor Leonardo sette. Os curtas que concorrem na categoria animação são: “Até o Sol Raiá” com direção de Fernando Jorge e Leandro Amorim, e na categoria Curtas-Metragem em digital com “Até Onde a Vista Alcança” com direção de Felipe Calheiros. Com certeza esse festival nos promete varias emoções. A comissão julgadoras é composta por quem entende bem do assunto. Estão na comissão julgadora nomes como: Ana Paula Campos – Professora Universitária e Videasta (PE), Márcio Ramos – Diretor e Animador Gráfico (CE) e Myrna Brandão – Jornalista e Crítico de Cinema (RJ). Vale a pena conferir. Os ingressos já estão a venda nas lojas BR Mania em Piedade, Olinda, Boa viagem, Imbiribeira, Boa vista e Cidade Universitária. No valor de R$8,00 inteira e R$4,00 meia. Não fiquem fora dessa! Vejam as categorias e as indicações.FICÇÃO/35mm
* Café com Leite (SP), Ficção
Direção: Daniel Ribeiro
* Comprometendo a Atuação (MT), Ficção
Direção: Bruno Bini
* Décimo Segundo (PE), Ficção
Direção: Leonardo Lacca
* Engano (RJ), Ficção
Direção: Cavi Borges
* Os Filmes Que Não Fiz (MG), Ficção
Direção: Gilberto Scarpa
* Pugile (SP), Ficção,
Direção: Danilo Solferini
* Satori Uso (PR), Ficção
Direção: Rodrigo Grota
* Saliva (SP), Ficção (foto)
Direção: Esmir Filho
* Trópicos das Cabras (SP), Ficção
Direção: Fernando Coimbra
* Uma (DF), Ficção
Direção: Nara Riella
* Um Ramo (SP), Ficção
Direção: Juliana Rojas e Marco Dutra
* Um Ridículo em Amsterdã (SP), Ficção
Direção: Diego Gozze
DOCUMENTÁRIO/35mm
* Câmara Viajante (CE), Documentário
Direção: Joe Pimentel
* Dreznica (RJ), Documentário
Direção: Anna Azevedo
* Ocidente (PE), Documentário
Direção: Leonardo Sette
* O Livro Walachai (RJ), Documentário
Direção: Rejane Zilles
ANIMAÇÃO/35mm
* Até o Sol Raiá (PE), Animação,
Direção: Fernando Jorge e Leandro Amorim
* Cânone para 3 Mulheres (SP), Animação
Direção: Carlos Nogueira
* Dossiê Rê Bordosa (SP), Animação
Direção: César Cabral
* Pajerama (SP), Animação
Direção: Leonardo Cadaval
CURTAS-METRAGENS EM DIGITAL
* Amanda e Monick (PB), Documentário
Direção: André da Costa Pinto
* Até Onde a Vista Alcança (PE), Documentário
Direção: Felipe Calheiros
* Coração de Tangerina (SP), Ficção
Direção: Juliana Psaros e Natasja Berzoini
* Fabulário Geral de um Delírio Curitibano (PR), Ficção
Direção: Juliana Sanson
* Ismar (RJ), Documentário
Direção: Gustavo Beck
* O Filme do Filme Roubado do Roubo da Loja de Filmes (RJ), Ficção
Direção: Marcelo Yuka, Julio Pecly e Paulo Silva
* O Guardador (PB), Documentário
Direção: Diego Benevides
* O Mascate (SP), Animação
Direção: Fernando Gutiérrez
* O Paradoxo da Espera do Ônibus (RJ), Animação
Direção: Christian Caselli
* Porcos Não Olham Para o Céu (RS), Ficção
Direção: Daniel Marvel
* Um Pra Um (SP), Ficção
Direção: Érico RassiMaiores Informaçoes :
katarine_lins@hotmail.com
Oh Glória!
No último dia 29, a banda paulista Glória, fez seu primeiro show em Recife. Já teve uma outra oportunidade deles tocarem por aqui, porém o show foi cancelado. Glória é uma banda de screamo, e já conquistou vários lugares do Brasil com o seu som. Depois de várias mudanças na formação, o Gee do Nx já fez parte, conseguiram chegar à formação atual, e a melhor, como afirma o vocalista, Mi.
A casa onde rolou o evento, lotou. Muitos fãs da banda estavam esperando há muito tempo um show dos meninos por aqui. A noite foi muito agitada, com uma energia muito positiva. As bandas que abriram para a Glória eram pernambucanas que aos poucos estão conquistando um público muito bom pelo estado e pelo país, como a Device, banda de screamo, a Bon Vivant, com um som bem rock n’ roll anos 60, a Hady, banda de Olinda com influências que vão do HardCore ao MPB, FunPark, banda com um estilo que mistura reggae, manguebeat e rock, e bandas novas como a Interative, Howay, BR232, RedFace e a ShitDays.
A banda nos cedeu um pouco de seu tempo de descanso, para uma rápida entrevista. Confira um pedacinho dela agora.
A La Cultura – O Gee do Nx Zero já fez parte da formação do Glória. Depois de um tempo, ele saiu da banda. Qual foi o motivo para ele ter deixado de tocar com vocês?
Peres – O Gee sempre foi um grande amigo, e um grande músico. Ele nos ajudou muito no tempo que esteve conosco. Porém, a Nx Zero estava tomando muito do tempo dele. Ele deixou de fazer vários shows com o Glória por causa dos shows do Nx. Nós da banda sempre tivemos um acordo de não termos bandas paralelas, pois poderia atrapalhar no andamento de ambas as bandas. Abrimos uma exceção para o Gee, porém vimos que não estava dando certo. Preferimos pedir que ele saísse, pois estava nos prejudicando.
A La Cultura – O que vocês acham da cena musical brasileira? Será que o público e a mídia estão abrindo mais espaço para músicas sem conteúdo, que não nos passam nada que realmente preste?
Mi – A cena musical brasileira é pobre. Veja um exemplo, qual a música mais tocada em todas as rádios e programas de TV no momento? Uma música intitulada ” Crew”. O que a pessoa que escreveu aquela letra estava pensando no momento? Será que ele tentou fazer o seu melhor? Colocou sentimento nela ou ele só pensou nas pessoas rebolando, sem entender o que ele queria passar? A pessoa que a escreveu, é um pobre de espírito e de cultura. Não podemos chamar essa pessoa de músico, podemos? Mas o problema não está só nele, está no público que gosta e ouve essas músicas sem conteúdo algum, e da mídia que exclui os verdadeiros músicos, pois para mim músico é alguém que diz o que está no coração, não o que está dentro das calças, para dar lugar a pessoas que só ridicularizam a cena do Brasil. É nessas horas que me envergonho de pertencer a esta nação.
A La Cultura – Vocês conhecem alguma banda ou cantor pernambucano?
Mi em acordo com Peres – Conhecemos sim. Uma banda que sempre nos influênciou muito é a Cordel do Fogo Encantado. O som dos caras é muito bom. Eles têm um profissionalismo enorme, e o show deles passa uma energia muito positiva. Um outro cara que nos influênciou foi Chico Science, pena que ele morreu tão cedo. As bandas pernambucanas são sempre muito boas, só falta um pouco mais de abertura da mídia para elas, não só aqui, mas em todo o Brasil. *
Banda Device
A Device é uma banda que foi formada em 2006, por amigos de colégio e prédio. Logo no começo da banda, eles tocavam um som mais puxado para o hardcore melódico, mas com o passar do tempo a banda foi mudando de estilo, foi ficando mais pesado, e hoje os integrantes definem a banda como Screamo, que é um som pesado, com vocais que misturam berros e vocal limpo. As influências da banda vão desde o Emocore, passando pelo Hardcore, e chegando até o Metal. Apesar do pouco tempo de banda, os meninos já fizeram pequenas turnês pelo Nordeste, passando por Maceió e chegando até a Bahia.
Veja uma parte da entrevista exclusiva que os meninos da Device deram para o A La Cultura.
A La Cultura – Todas as bandas, no começo da carreira têm dificuldade para divulgação do trabalho. Fala um pouco sobre o que vocês passaram.
Device – A banda está na ativa há um tempo, mas ainda temos dificuldades. Alguns produtores de eventos, só pensam no lucro e não na cultura e em ajudar as bandas a divulgarem seus trabalhos. Eles querem é ganhar dinheiro e subir, enquanto põe os outros para baixo.
A La Cultura – Nos shows em outros estados, como foi a aceitação do público?
Device - Quando fomos viajar para fazer o show em Maceió, ficamos meio que com o pé atrás, achando que o show seria ruim. Mas quando chegamos lá, tinha um bom número de pessoas que já conhecia o som da gente, e sabiam até cantar as músicas. Não foi um show ruim, e nem foi o melhor que já fizemos. Foi um show mediano, que deu para conquistar um público fiel.
A La Cultura – Como está a agenda de vocês para os próximos dias?
Device – Dia 29 do mês passado tocamos com a banda paulista Glória, aqui em Recife e também na Bahia, fizemos uma mini-turnê com eles. Nessa quinta (dia 20), tocaremos junto com a banda Dead Fish, do Espírito Santo, aqui na cidade. Dia 29 desse mês, faremos um show de despedida, pois estaremos partindo para uma turnê em São Paulo. Faremos seis shows por lá, entre eles o ABC pro HC, que é considerado o maior evento de música underground do Brasil, onde tocaremos com bandas internacionais consagradas, como Rufio, Funeral for a Friend, e também com bandas novas de várias partes do Brasil.
A La Cultura – Quais os sites onde as pessoas podem conhecer o trabalho de vocês?
Device – Nosso fotolog é o: http://www.fotolog.com/devicerock , onde as pessoas podem ver fotos e saberem um pouco mais sobre a banda. E no http://www.purevolume.com/device_pe , http://www.tramavirtual.com.br/devicerock , a galera poderá conhecer nossas músicas.








